Publicidade

.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Feira de Sergipe 2014

Feira de Sergipe 2014

Serão 16 dias de evento na Orla de Atalaia durante o mês de janeiro.
Bruno Leonel e Wellington Amarante

A Praça de Eventos da Orla de Atalaia estará recebendo no período de 11 a 26 de janeiro a décima quinta edição da Feira de Sergipe. O objetivo é estimular a cultura sergipana, com foco no artesanato, pequenos negócios e economia criativa. A entrada é gratuita e a feira estará aberta ao público todos os dias das 17h às 23h.

Em 2014 a estrutura da feira contará com 258 estandes. O artesanato é um dos destaques do evento, com 197 estandes expondo diversas peças feitas com a palha da taboa, ouricuri, madeira, cabaças, coco, ostras, plástico reciclado, cerâmica, bordados e rendas. As micro e pequenas empresas dos segmentos do comércio, indústria e serviços (com destaque para as confecções) ocuparão 41 estandes e 20 estandes serão destinados as prefeituras que demonstraram interesse em participar do evento.

O espaço também contará com estandes institucionais dos parceiros e do Sebrae, onde serão divulgados os projetos desenvolvidos pela entidade. O espaço contará ainda com palco para shows, praça de alimentação, economia criativa e brinquedoteca, permitindo que os pais levem seus filhos e passeiem pela feira com tranquilidade.

Todos os dias a feira conterá com uma programação artística diversificada, com a participação de quadrilhas juninas, grupos folclóricos e artistas da terra, envolvendo a participação de mais de 800 pessoas, envolvidas com as apresentações e logísticas.

Segundo Antonio Carlos Araujo, presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae, a proposta é criar um ambiente favorável para os pequenos negócios. “A feira torna-se uma vitrine para quem está expondo, pois é um mês de férias escolares, com a presença de milhares de turistas e sergipanos na Orla de Atalaia. Ideal para quem quer firmar novas parcerias comerciais, realizar negócios”, destaca Antonio Carlos.

A Feira de Sergipe é uma realização do Sebrae, apoio Governo do Estado, Prefeitura de Aracaju e Camel Empreendimento e Construções.

As tendências das startups para 2014

Ano novo, vida nova? Será que tudo muda? Tudo melhora? Tudo continua? O que nos espera? Para onde estamos caminhando? Quais tendências você está enxergando? E, mais especialmente: está investindo no surgimento de alguma outra tendência? Responda abaixo!
Como exemplo, veja abaixo as tendências que o pessoal Brazil Innovators identificou. Em destaque: o fortalecimento do ecossistema por meio da vinda de grandes “startups” internacionais, a força das comunidades online, grandes empresas e governos fazendo inovação junto, mobile, “além do digital”, mais investidores (especialmente anjos), networking e influenciadores.
O pessoal da TrendWatching também compartilhou conosco algumas tendências do primeiro Trend Bulletin das Américas do Sul & Central:
1. STATUS SMARTS (INTELIGÊNCIA-STATUS) – Ser inteligente é o novo símbolo de status
2. CIVICSUMERS (CÍVICONSUMIDORES) – Cidadãos que impulsionam mudanças, uma cidade de cada vez.
3. BITTER REALITY (VERDADES CRUÉIS) – Porque os consumidores irão encarar a realidade. Por mais feia que ela seja
4. PROTECTIVE TECH (TECNOLOGIA QUE PROTEGE) – Por que em 2014, as marcas deveriam proteger e servir.
5. LIFE ON DEMAND (VIDA: SOB DEMANDA) – 2014: o ano de poupar tempo.
Já o pessoal do ConsumerLab, área da Ericsson que há mais de 15 anos reailza pesquisas para explorar os valores, comportamentos e modos de utilização dos usuários de produtos e serviços de TIC, aponta 10 grandes tendências de consumo para o mundo – e aí também podemos enxergar o Brasil. O programa de pesquisa global é baseado em entrevistas anuais com mais de 100 mil pessoas em mais de 40 países e 15 megacidades. Júlia Casagrande, especialista do ConsumerLab da Ericsson no Brasil, afirma: “A mais importante tendência que vemos é a demanda em massa por aplicativos e serviços em todas as indústrias e setores da sociedade – o que tem o potencial de mudar radicalmente a vida cotidiana”.
Tendências segundo o ConsumerLab:
  1. Aplicativos que mudam a sociedade: A rápida aceitação mundial de smartphones mudou completamente a forma como nos comunicamos e usamos a internet. Agora, entramos em uma nova fase de rapidamente diversificar o uso do smartphone  ̶  e as pessoas estão à procura de aplicativos em todos os setores da sociedade. Isso inclui tudo, desde compras e creche até comunicação com autoridades e transporte. Os aplicativos estão se tornando mais importantes do que o telefone que você usa.
  2. Seu corpo é a nova senha: Sites estão exigindo senhas cada vez mais longas com uma mistura de números, letras e símbolos quase impossíveis de se lembrar. Isso está levando a um crescente interesse por alternativas biométricas. Por exemplo, a pesquisa descobriu que 52% dos usuários de smartphones querem usar suas impressões digitais em vez de senhas – no Brasil, o número sobe para 79%,- e 48% estão interessados ​​em usar o reconhecimento de íris para desbloquear sua tela. Um total de 74% acredita que smartphones biométricos se tornarão comuns durante 2014.
  3. Auto quantificação: Pressão arterial, frequência cardíaca e passos são apenas alguns exemplos de como queremos nos medir por meio de dispositivos móveis, utilizando dados personalizados. Você só precisa utilizar um aplicativo para rastrear suas atividades e se conhecer melhor. Um total de 40% dos usuários de smartphones quer utilizar seu telefone para registrar todas as suas atividades físicas e 56% desejaria monitorar sua pressão arterial e frequência cardíaca usando um anel. No Brasil, os números são de 45% e 69%, respectivamente.
  4. Internet em qualquer lugar:  Os usuários de smartphones estão percebendo que as barras de sinal em seu telefone não fornecem informação tão fidedigna, uma vez que o sinal bom para chamadas de voz pode não ser bom o suficiente para os serviços de internet.  .
  5. Smartphones reduzirão a exclusão digital: O acesso à internet em escala global ainda é inadequado e desigualmente distribuído, dando origem ao que é conhecido como exclusão digital. O advento dos smartphones mais baratos significa que os consumidores não precisam de dispositivos caros para acessar serviços de internet. Um total de 51% dos usuários acha que seu celular é seu produto tecnológico mais importante e, para muitos, está se tornando um dispositivo primário para o acesso à internet.
  6. Benefícios on-line superam preocupações: Com a Internet se tornando cada vez mais parte integrante de nossas vidas, os riscos associados a estar conectado se tornam mais evidentes. 56% dos usuários que entram diariamente na internet se preocupam com questões de privacidade. No entanto, apenas 4% dizem que eles realmente usam menos a internet por essa razão. Em vez disso, os consumidores utilizam estratégias para minimizar o risco, como ser mais cautelosos sobre o tipo de informações pessoais que fornecem.
  7. Vídeo no comando. Apesar de ter mais opções de mídia, parece que estamos menos propensos a escolher nós mesmos o que vamos assistir. Na verdade, os nossos amigos são particularmente influentes quando se trata da escolha dos vídeos. Descobrimos que 38% dos entrevistados dizem assistir, várias vezes por semana, a vídeos recomendados. Os amigos têm quase tanto impacto quanto os blogs que lemos e as músicas que escutamos. No Brasil, 46% dos usuários afirmam assistir vídeos postados por outras pessoas diariamente ou, pelo menos, várias vezes por semana; 34% recomendam aos amigos assisti-los e 36% utilizam dicas de vídeos postadas por amigos.
  8. Dados visíveis. Um total de 48% dos consumidores usa aplicativos para entender melhor seu consumo de dados. Enquanto 41% apenas quer saber quantos dados usam, 33% quer ter certeza que suas faturas de cobrança estão corretas e 31% se preocupa em não ultrapassar o plano da operadora. A pesquisa também revelou que 37% dos usuários de smartphones usam aplicativos regularmente para testar a velocidade de sua conexão. A amostra brasileira chega a 53%.
  9. Sensores em lugares comuns: À medida que os serviços interativos de internet se tornaram costumeiros, os consumidores esperam, cada vez mais, que o ambiente ao seu redor acompanhe essa tendência. Até o ano de 2016, 60% dos usuários de smartphones acreditam que sensores serão usados em todos os setores, desde a área de saúde até o transporte público, tanto em carros quanto em casas e escritórios.
  10. Aperte o play, pause e recomece em qualquer lugar. Como 19% do total de tempo de fluxo de vídeo (streaming) é usado em telefones ou tablets, os consumidores estão migrando cada vez mais para outros locais onde assistem TV no seu dia-a-dia. Por exemplo, eles podem começar a ver um conteúdo em casa, pausar e recomeçar enquanto voltam do trabalho para casa. Enquanto mudam de lugar, é possível que também mudem de dispositivo.
Você concorda? Discorda? Está enxergando outras coisas?

As tendências das startups para 2014

Ano novo, vida nova? Será que tudo muda? Tudo melhora? Tudo continua? O que nos espera? Para onde estamos caminhando? Quais tendências você está enxergando? E, mais especialmente: está investindo no surgimento de alguma outra tendência? Responda abaixo!
Como exemplo, veja abaixo as tendências que o pessoal Brazil Innovators identificou. Em destaque: o fortalecimento do ecossistema por meio da vinda de grandes “startups” internacionais, a força das comunidades online, grandes empresas e governos fazendo inovação junto, mobile, “além do digital”, mais investidores (especialmente anjos), networking e influenciadores.
O pessoal da TrendWatching também compartilhou conosco algumas tendências do primeiro Trend Bulletin das Américas do Sul & Central:
1. STATUS SMARTS (INTELIGÊNCIA-STATUS) – Ser inteligente é o novo símbolo de status
2. CIVICSUMERS (CÍVICONSUMIDORES) – Cidadãos que impulsionam mudanças, uma cidade de cada vez.
3. BITTER REALITY (VERDADES CRUÉIS) – Porque os consumidores irão encarar a realidade. Por mais feia que ela seja
4. PROTECTIVE TECH (TECNOLOGIA QUE PROTEGE) – Por que em 2014, as marcas deveriam proteger e servir.
5. LIFE ON DEMAND (VIDA: SOB DEMANDA) – 2014: o ano de poupar tempo.
Já o pessoal do ConsumerLab, área da Ericsson que há mais de 15 anos reailza pesquisas para explorar os valores, comportamentos e modos de utilização dos usuários de produtos e serviços de TIC, aponta 10 grandes tendências de consumo para o mundo – e aí também podemos enxergar o Brasil. O programa de pesquisa global é baseado em entrevistas anuais com mais de 100 mil pessoas em mais de 40 países e 15 megacidades. Júlia Casagrande, especialista do ConsumerLab da Ericsson no Brasil, afirma: “A mais importante tendência que vemos é a demanda em massa por aplicativos e serviços em todas as indústrias e setores da sociedade – o que tem o potencial de mudar radicalmente a vida cotidiana”.
Tendências segundo o ConsumerLab:
  1. Aplicativos que mudam a sociedade: A rápida aceitação mundial de smartphones mudou completamente a forma como nos comunicamos e usamos a internet. Agora, entramos em uma nova fase de rapidamente diversificar o uso do smartphone  ̶  e as pessoas estão à procura de aplicativos em todos os setores da sociedade. Isso inclui tudo, desde compras e creche até comunicação com autoridades e transporte. Os aplicativos estão se tornando mais importantes do que o telefone que você usa.
  2. Seu corpo é a nova senha: Sites estão exigindo senhas cada vez mais longas com uma mistura de números, letras e símbolos quase impossíveis de se lembrar. Isso está levando a um crescente interesse por alternativas biométricas. Por exemplo, a pesquisa descobriu que 52% dos usuários de smartphones querem usar suas impressões digitais em vez de senhas – no Brasil, o número sobe para 79%,- e 48% estão interessados ​​em usar o reconhecimento de íris para desbloquear sua tela. Um total de 74% acredita que smartphones biométricos se tornarão comuns durante 2014.
  3. Auto quantificação: Pressão arterial, frequência cardíaca e passos são apenas alguns exemplos de como queremos nos medir por meio de dispositivos móveis, utilizando dados personalizados. Você só precisa utilizar um aplicativo para rastrear suas atividades e se conhecer melhor. Um total de 40% dos usuários de smartphones quer utilizar seu telefone para registrar todas as suas atividades físicas e 56% desejaria monitorar sua pressão arterial e frequência cardíaca usando um anel. No Brasil, os números são de 45% e 69%, respectivamente.
  4. Internet em qualquer lugar:  Os usuários de smartphones estão percebendo que as barras de sinal em seu telefone não fornecem informação tão fidedigna, uma vez que o sinal bom para chamadas de voz pode não ser bom o suficiente para os serviços de internet.  .
  5. Smartphones reduzirão a exclusão digital: O acesso à internet em escala global ainda é inadequado e desigualmente distribuído, dando origem ao que é conhecido como exclusão digital. O advento dos smartphones mais baratos significa que os consumidores não precisam de dispositivos caros para acessar serviços de internet. Um total de 51% dos usuários acha que seu celular é seu produto tecnológico mais importante e, para muitos, está se tornando um dispositivo primário para o acesso à internet.
  6. Benefícios on-line superam preocupações: Com a Internet se tornando cada vez mais parte integrante de nossas vidas, os riscos associados a estar conectado se tornam mais evidentes. 56% dos usuários que entram diariamente na internet se preocupam com questões de privacidade. No entanto, apenas 4% dizem que eles realmente usam menos a internet por essa razão. Em vez disso, os consumidores utilizam estratégias para minimizar o risco, como ser mais cautelosos sobre o tipo de informações pessoais que fornecem.
  7. Vídeo no comando. Apesar de ter mais opções de mídia, parece que estamos menos propensos a escolher nós mesmos o que vamos assistir. Na verdade, os nossos amigos são particularmente influentes quando se trata da escolha dos vídeos. Descobrimos que 38% dos entrevistados dizem assistir, várias vezes por semana, a vídeos recomendados. Os amigos têm quase tanto impacto quanto os blogs que lemos e as músicas que escutamos. No Brasil, 46% dos usuários afirmam assistir vídeos postados por outras pessoas diariamente ou, pelo menos, várias vezes por semana; 34% recomendam aos amigos assisti-los e 36% utilizam dicas de vídeos postadas por amigos.
  8. Dados visíveis. Um total de 48% dos consumidores usa aplicativos para entender melhor seu consumo de dados. Enquanto 41% apenas quer saber quantos dados usam, 33% quer ter certeza que suas faturas de cobrança estão corretas e 31% se preocupa em não ultrapassar o plano da operadora. A pesquisa também revelou que 37% dos usuários de smartphones usam aplicativos regularmente para testar a velocidade de sua conexão. A amostra brasileira chega a 53%.
  9. Sensores em lugares comuns: À medida que os serviços interativos de internet se tornaram costumeiros, os consumidores esperam, cada vez mais, que o ambiente ao seu redor acompanhe essa tendência. Até o ano de 2016, 60% dos usuários de smartphones acreditam que sensores serão usados em todos os setores, desde a área de saúde até o transporte público, tanto em carros quanto em casas e escritórios.
  10. Aperte o play, pause e recomece em qualquer lugar. Como 19% do total de tempo de fluxo de vídeo (streaming) é usado em telefones ou tablets, os consumidores estão migrando cada vez mais para outros locais onde assistem TV no seu dia-a-dia. Por exemplo, eles podem começar a ver um conteúdo em casa, pausar e recomeçar enquanto voltam do trabalho para casa. Enquanto mudam de lugar, é possível que também mudem de dispositivo.
Você concorda? Discorda? Está enxergando outras coisas?